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A CONVERSÃO DO PIOR HOMEM DO MUNDO – II Cr 33

Posted by apregoando em janeiro 19, 2009

A CONVERSÃO DO PIOR HOMEM DO MUNDO – II Cr 33

· Os anais da história estão repletos de homens que deixaram um rastro sombrio na nossa lembrança: Homens facínoras, assassinos, feiticeiros, monstros bestiais, pervertidos celerados e déspotas sanguinários.
· Homens incendiários como Nero.
· Homens traidores como Judas. Homens perversos como Hitler. Homens truculentos como Mao Tse Tung.
· Mas, talvez, nenhum homem tenha excedido em perversidade a Manassés.
· Esse rei foi o décimo terceiro rei de Judá. Reinou 55 anos, de 697 a 642 a.C.
· Seu nome significa “Aquele que esquece” e ele esqueceu-se de Deus.
· Poderia a graça de Deus alcançar aqueles que descem até às profundezas da degradação?
· Normalmente achamos que há pessoas irrecuperáveis. Que há pecadores que estão fora do alcance da graça.
· A história de Manassés vai nos mostrar que não há poço tão fundo que a graça de Deus não possa ser mais profunda.
· A graça é maior do que o pecado. Onde abundou o pecado superabundou a graça.

I. OS PRIVILÉGIOS DE MANASSÉS

1. Ele era filho de um pai piedoso

· Ele cresceu bebendo o leite da verdade e sugando o néctar da piedade.
· Ele cresceu num lar onde Deus era conhecido e amado. Mas a piedade dos pais não é garantia que os filhos seguirão o mesmo caminho.
· Manassés tinha exemplo. Tinha modelo dentro de casa. Seu pai promoveu uma grande reforma espiritual em Judá depois do desastrado reinado de Acaz. Ele limpou a casa de Deus.2. Ele assumiu o trono ainda jovem – v. 1
· Manassés nasceu num berço de ouro e começou e assumiu o trono de Jerusalém com doze anos de idade.
· Ele só teve privilégios na vida. Ele esbanjou suas oportunidades. Ele desperdiçou todas as coisas boas que Deus estava lhe dando desde cedo na vida.3. Ele teve o reinado mais longo de Judá – v. 1
· Ele teve muito tempo para andar com Deus, para fazer o que era certo e para arrepender-se dos seus pecados.
· Ele governou 55 anos e nesse tempo ele fez o que era mau perante o Senhor.
· Ele entupiu Jerusalém e a Casa de Deus de idolatria e se prostrou em altares de estranhos deuses, provocando o Senhor à ira.4. Ele teve a advertência de Deus – v. 10
· Deus não o deixou errar sem advertência. Deus o alertou, o corrigiu.
· Enviou-lhe profetas, mas ele e o povo não quiseram ouvir a voz de Deus. Fecharam o coração. Endureceram a cerviz. Taparam os ouvidos à Palavra e à voz da consciência.

II. OS PECADOS DE MANASSÉS

1. Ele liderou o povo a pecar contra Deus – v. 2,9

· Manassés foi um líder mau. Ele usou sua influência para desviar as pessoas de Deus.
· Ele levou sua nação a fazer coisas piores do que as nações pagãs (v. 9).
· Ele tornou a edificar os altos, liderou o povo na adoração de Baal.
· Ele se prostrou diante de todo o exército dos céus (v. 3). Ele adorava as estrelas. Ele tornou-se um viciado em astrologia.
· Ele tornou-se um místico inveterado. Tornou-se um apóstata, um náufrago na fé.

2. Manassés profanou a Casa de Deus – v. 4,5,7
· Ele fez pior que Acaz que fechou a casa de Deus.
· Ele introduziu ídolos abomináveis dentro da Casa de Deus.
· Ele profanou a Casa de Deus. Ele insultou a santidade de Deus e do culto.

3. Ele se tornou um feiticeiro inveterado – v. 6

· A feitiçaria de Manassés chegou a ponto dele sacrificar seus próprios filhos a Moloque.
· Ele era adivinho. Era agoureiro. Praticava feitiçaria. Tratava com necromantes. Ele consultava os mortos. Ele era feiticeiro, espírita, pai de santo. Ele provocava o Senhor à ira.
· Há muitas pessoas mergulhadas até o pescoço com feitiçaria, com espiritismo, com astrologia, com consulta aos mortos, com misticismo pagão. 4. Ele derramou muito sangue inocente – 2 Rs 21.16
· Ele matou seus próprios filhos. Matou filhos de outras pessoas.
· Ele mandou cerrar ao meio o profeta Isaías.
· Flávio Josefo diz que todos os dias se sacrificavam pessoas em Jerusalém a mando de Manassés.
· Ele era um homem mau, virulento, truculento, assassino e sanguinário.

III. O JUÍZO DE DEUS SOBRE MANASSÉS

1. A prisão de Manassés – v. 11

· Quem não escuta a voz da Palavra, escuta a voz da chibata.
· Quem não atende a voz do amor, é arrastado pela dor.
· O rei da Assíria prende Manassés com ganchos, amarra-o com cadeias e o leva cativo para a Babilônia.

2. A humilhação de Manassés – v. 11,12

· Manassés desceu ao fundo do poço. Ele é arrancado do trono, de Jerusalém.
· É levado como um bicho, com canga no pescoço, em anzóis em sua boca e jogado numa prisão.
· Ele é levado para a Babilônia, o centro da feitiçaria do mundo. Os ídolos da Babilônia que ele adorava não puderam livrá-lo.

3. A angústia de Manassés – v. 12

· O pecado não compensa. Quem zomba do pecado é louco.
· O homem será apanhado pelas próprias cordas do seu pecado. Manassés está cativo, algemado, angustiado.
· Quem não escuta a voz, escuta a vara.

IV. A CONVERSÃO DE MANASSÉS

1. A humilhação de Manassés – v. 12

· A conversão começa com o arrependimento, com a tristeza pelo pecado, com a consciência de que temos feito o que é mau perante o Senhor.
· Manassés muito se humilhou perante Deus. Ele caiu em si. Ele reconheceu seu erro. Ele não se justificou, nem endureceu seu coração. Ele se curvou, se humilhou. Arrependeu-se.

2. A oração de Manassés – v. 13

Manassés vivera toda a sua vida invocando os mortos, adorando os ídolos, levantando altares aos deuses pagãos.
· Mas, agora, na hora do aperto, ele ora ao Deus do céu e este atende ao seu clamor.
· Clame por Deus. Grite por socorro. Levante a sua voz. Ainda há esperança para a sua alma.

3. A salvação de Manassés – v. 13

Quando Manassés voltou-se para Deus, Deus voltou-se para ele. Restaurou sua vida, seu reino, sua alma.
· Manassés, então reconheceu que o Senhor é Deus. Deus o aceitou. Deus o restaurou. Deus o levantou. Deus restituiu o seu reino. 4. As provas do arrependimento de Manassés – v. 13-16

a) Aceitação – (v. 13) –
· Os ouvidos de Deus estão abertos, suas mãos estão estendidas para você.
· O Pai está pronto a receber o pródigo de volta e fazer uma festa.
Não importa quão longe você tenha ido e quando profundo o poço que você tenha caído, Deus está pronto a perdoar você e aceitar você de volta para ele.

b) Iluminação – (v. 13) – “Então reconheceu Manassés que o Senhor era Deus”.
· Deus pode abrir os olhos da sua alma nesta noite.
Ele pode abrir seu coração para crer.
Ele pode tirar a cortina dos seus olhos.
Ele pode dar a você entendimento espiritual.
Ele pode revelar a você a glória do seu Filho Jesus Cristo.

c) Reforma – (v. 15) – Manassés fez uma faxina na Casa de Deus e na sua vida.
Ele tirou toda a abominação que ele mesmo tinha colocado na Casa de Deus.
Arrependimento implica em mudança.
d) Consagração – (v. 16) – Manassés não apenas tirou o que estava errado, mas restaurou o altar do Senhor.
Ele começou a buscar a Deus novamente.
Ele se voltou para Deus de todo o seu coração.
Ele foi convertido a Deus e passou a consagrar-se a Deus, liderando sua nação a voltar-se para o Senhor.

CONCLUSÃO

Vamos ver algumas lições:

1) A piedade dos pais não é garantia que os filhos vão andar com Deus;
2) A vida longa não é segurança do favor de Deus;
3) Não há grau de impiedade que esteja além do alcance da graça de Deus e do perdão de Deus;
4) Não espere uma tragédia em sua vida para você voltar-se para Deus.
5) O pecado é algo que Deus abomina e jamais ficará sem julgamento;
6) Hoje é o dia de você voltar-se para Deus de todo o seu coração;
7) Se você voltar-se para ele nesta noite, agora mesmo, ele ouvirá seu clamor e restaurará a sua alma, dando-lhe a salvação!

FONTE: Rev. Hernandes Dias Lopes
http://www.hernandesdiaslopes.com.br

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RECABITAS DO SÉCULO XXI – Jr 35

Posted by apregoando em janeiro 19, 2009

RECABITAS DO SÉCULO XXI – Jr 35

Há algum descendente de italiano em nosso meio?
Tem algum descendente de alemão? Há ucranianos? Onde estão os espanhóis? Temos algum árabe? Onde estão os japoneses?

Onde estão os brasileiros?

Tem, por acaso algum Recabita por aqui? Pois deveria ter.

Vamos tentar entender um pouco este texto:
Num belo dia chega uma caravana formada por um povo estranho em Jerusalém.
Um povo nômade que não fixava residência em lugar nenhum.

Um povo que viera para Jerusalém a fim de se proteger da guerra.
Um povo que chamava a atenção pela sua particularidade e forma singular de viver.
Os Recabitas eram um povo diferente no meio da multidão.
Em nossos dias somos engolidos pela multidão.

A vida deles não era determinada pelas pressões do meio.
Em nossos dias somos levados pelas pressões do meio.

Eles não pautavam a vida pela volúvel cultura humana.
Em nossos dias abandonamos os referenciais do passado.

O povo de Israel tinha muito a aprender com os Recabitas.Nós também temos muito a aprender com os Recabitas.

COMO PODEMOS MARCAR A NOSSA GERAÇÃO?

I. Sendo um povo que vive sob a influência divina.

* Os recabitas não viviam sob a influência da multidão.

Jeremias também não vivia sob a influência da multidão.Ele não era um profeta do deserto, era um profeta da cidade.

Os Recabitas também passavam por várias cidades.Mas não eram os costumes locais que determinavam sua prática.

Nós temos um desafio no séc. XXI: viver sob a influência divina.
• As pessoas vivem sob a influência das massas. Se todo mundo faz, deve ser certo.
• As pessoas vivem sob a influência dos números. Se um livro vende milhões de cópias deve ser bom e verdadeiro.
• As pessoas vivem sob a influência do diabo. As pessoas mentem, enganam, fingem, traem, e são indiferentes.Esse é o retrato de uma sociedade sob influências erradas.

O que tem regido sua vida? Deus ou a multidão? Deus ou o diabo? Deus ou a cultura? Deus ou a sociedade?

Limpe sua vida das influências erradas. Vamos deixar que o Senhor modele o nosso íntimo, dirija nossa vida treine nossas percepções, determine nossos pensamentos e forje nosso caráter.

COMO PODEMOS MARCAR A NOSSA GERAÇÃO?
II. Sendo um povo determinado a fazer a vontade de Deus.
Deus fala com Jeremias e lhe dá algumas instruções. Jeremias faz exatamente como Deus havia ordenado.

Deus envolve os Recabitas numa lição que queria dar para Israel.Então Jeremias convida os Recabitas para um almoço no templo.
Tinha que ser num lugar onde todo mundo pudesse passar e ver.
Então Jeremias prepara um belo cardápio regado a muito vinho. Ele enche as taças e diz para eles: bebei vinho.

Aparentemente não havia nada de errado nisso. Mas, eles disseram: não beberemos vinho.
Por quê? Porque nosso antepassado nos deu uma ordem. Porque este é um princípio inegociável para o nosso povo.

Essa era uma lição que Deus queria ensinar ao seu povo.

Os Recabitas orientam suas vidas pelas recomendações de Recabe, seu antepassado. Mas, o meu povo não me obedece. O meu povo transige, não faz diferença, absorve a cultura e vive como todo mundo vive.

Deus quer encontrar os Recabitas do séc. XXI.
Quem são eles?

1. São as pessoas que determinam suas práticas pela vontade de Deus.

2. São as pessoas que conduzem suas vidas por uma ordem pessoal e não pelas pressões da massa.

3. São as pessoas que mantém um modo de vida singular sem ser levados pelos modismos da sociedade.

4. São pessoas orientadas pelos antigos mandamentos de Deus e não pelos comportamentos atuais.

COMO PODEMOS MARCAR A NOSSA GERAÇÃO?
III. Sendo um povo que permanece no relacionamento com Deus.

Os Recabitas mantinham um relacionamento com aqueles que consideravam um pai.
Mas, o povo de Deus não mantinha o relacionamento com Ele.

Então Jeremias diz: vocês também têm um pai. O próprio Deus. Mas, o povo Deus já não mantinha um relacionamento com Ele.

Se há uma verdade é a de que Deus quer se relacionar conosco.
Mas, tem muita gente que está distante do pai.Perdeu-se no caminho, tomou atalhos, foi para lugares estranhos.
Mas, o que Deus queria mostrar para o seu povo é que ele estava de braços abertos para recebê-los de volta.

CONCLUSÃO:

Desafios para você acerca do relacionamento com Deus:
• Aprofunde – Vá mais fundo. Lá estão os tesouros.
• Eleve – Voe mais alto. Alcance um degrau a mais.
• Aumente – Dê uma dimensão maior. Migre para um estágio superior. Não permaneça como iniciante.
Como podemos melhorar nosso relacionamento com Deus?
1. Orando – Às vezes a vida tá um caos porque falta oração.
2. Meditando – Absorvendo a palavra de Deus.
3. Participando – Tendo experiências que edificam.
4. Vivendo em sintonia com o Espírito Santo – Deixando o Espírito controlar nossas vidas.
Assim novos Recabitas surgirão para fazer diferença no séc. XXI.

FONTE: http://www.pippg.com.br

 

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A GUERRA ENTRE A IGREJA E O INFERNO (Mt. 16: 18)

Posted by apregoando em janeiro 19, 2009

A GUERRA ENTRE A IGREJA E O INFERNO (Mt. 16: 18)


· Jesus disse que não veio trazer paz mas sim guerra. E esta guerra está declarada e é real. Ap. 12: 1 a 7.
· A igreja e o inferno são inimigos declarados. Por mais que os homens queiram fazer paz entre a igreja e o inferno, não tem jeito. Não existe paz entre um e outro e nunca haverá.
· Segundo o que Jesus falou, cabe a igreja atacar o inferno, cabe a ela invadir o inferno e saqueá-lo. Mt. 12: 22a 30.
· Se a igreja não atacar o inferno com certeza o inferno vai invadir a igreja e vai saqueá-la.

1º PARTE: A IGREJA SAQUEANDO O INFERNO

· A palavra pregada na igreja é uma das formas que há para ela saquear o inferno.
· A palavra pregada como ela é, ela traz espírito e vida para quem a ouve, fazendo com que todas as obras do inferno na vida dos que ouve caiam por terra. Jô. 6: 63.
· O poder de Deus na Sua Palavra, palavras com autoridade, palavra profética, palavra revelada é fundamental para desvendar as obras do inferno oculta na vida de quem ouve, trazendo assim a libertação. ICor. 2: 4, 5.
· A palavra acompanhada dos sinais trazendo cura libertação, sinais e prodígios, são outra arma para saquear o inferno. Sarando os enfermos, e libertando os possuídos por espíritos maliguinos.
· Vencendo assim o inferno na vida daqueles que participam dos cultos. Lc. 10: 19 , 20; Mc. 16: 15 a 18.
· A palavra de ensino, capacitada para destruir os raciocínios libertando assim quem ouve dos entendimentos maliguinos.
· A palavra de Deus em seus pensamentos é outra forma de saquear o inferno. IICor. 10: 3 a 5.
· O ensino da palavra de Deus liberta quem ouve fazendo com que ele tenha mudança de vida. Ele deixa de ser carnal e tornando-se Espiritual. Vindo assim a ter uma experiência pessoal e inesquecível co o Senhor Deus. Rm. 8: 1; I Co 2: 9 a 16.
· Os ensinos das doutrinas bíblicas levam ao arrependimento, ao batismo nas águas; a libertação e a cura pela imposição das mãos, são fundamentais na vitória da igreja contra o inferno. Hb. 6: 1,2.
· O evangelismo é a maior forma da igreja mostrar ao inferno que ela não está para brincadeira, e que as portas do inferno não vai prevalecer contra ela. Lc. 21 a 23; At. 8: 4 a 8.
· Ensinos que levem o crente a levar uma vida de jejum, oração e a ler muito a palavra de Deus é imprescindível; para libertar o crente das obras do inferno. I Ts 5: 7; Sl 119:11; Sl. 35: 13.
· Levar o crente de volta aos tempos apostólicos, tempo em que a igreja atropelava o inferno. Jr. 6: 16

2ª PARTE: O INFERNO INVADINDO A IGREJA

· O inferno possui a suas armas e os seus meios para invadir a igreja.
· _MUNDO_ Cada vez que a igreja deixa o mundo e as suas obras entrar dentro dela o inferno entra junto.
· O mundo tem que ser invadido pela igreja e não ao contrário. IJõ… 5: 19; IJõ.2: 15.
· A igreja hoje em dia vai muito atrás do Marketing, atrás das estratégias do mundo, usa os meios do mundo para encher. Quando ela deveria depender somente do Espírito Santo para fazer a obra. Jô.14: 25, 26; Is. 30:1 a 3.
· As pregações para agradar o crente, pregar o que o crente quer ouvir, isto é pregação humana, não salva e não trás mudança na vida de ninguém. Isto é o inferno dentro da igreja. Mt. 15: 8,9; Mt. 16: 6, 11,12; IICor. 4: 1,2.
· Doutrinas que não trás mudanças, que mais é um jugo pesado.
· Doutrinas que serve mais para a satisfação da carne, isto também é o inferno dentro da igreja, pois o jugo do Senhor é suave, e a doutrina do Senhor é para satisfazer o espírito. Mt. 11: 25 a 30; Cl. 2: 20 a 23.
· Culto irracional, sem a direção do Espírito Santo, onde se tem tempo para tudo e para todos, menos para a Palavra.
· A medida em que estamos tirando a Palavra do culto, estamos abrindo espaço para o inferno entrar. Mat. 4:1 a10; Hb. 4:12,13.
· Neófitos na direção, pessoas sem chamado ministeriais, Sem unção de Deus, pessoas que não foram provadas e nem aprovadas por Deus.
· Hoje se compra até unção para pastor. È Deus quem ungi e separa. À medida que pessoas ocupam estes lugares sem a unção de Deus, isto é o inferno dentro das igrejas. I Tm. 3: 1 a7; IITm.2: 15.
· Hoje as igrejas têm muitos sinais, mas estes sinais não são os sinais que a Palavra fala. Os sinais que acontece nas igrejas precisam testificar com a Palavra, se não testificar é o inferno dentro da igreja. Jô. 15: 26; ITm. 4: 1._
· A igreja não faz trabalho de cura e libertação. O trabalho agora se limita só em palavras persuasivas de sabedoria humana.
· A falta dos sinais já mostra o domínio do inferno dentro da igreja. ICor. 2: 4,5; At. 16: 16 a 18; At 14:7 a 10; Is. 28: 15; Is. 3: 12.
· As igrejas estão acomodadas, a falta de evangelismo, vigília, reunião de oração com autoridade repreendendo as obras do diabo. Tudo isto mostra que a igreja está descansando, acomodada, não quer saber de lutar com o inferno.
· O descanso e a acomodação são o inferno dentro da igreja. Zc. 11: 7 a 15; Mq. 2: !6(a).
· A falta de ensino sobre as atuações do maligno, já mostra o agir do inferno dentro da igreja.
· Pois a igreja tem a obrigação de estudar o inimigo, porque estudar o inimigo é sabedoria.
· Pois se não estudarmos podemos ser surpreendido Por ele. IPd.5: 8; Ef.6: 10 a 20;Ef. 4: 27; IICor.11: 12a 15.

AUTOR: Pr. Ev. Sérgio Lopes

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QUAL É A ORAÇÃO QUE MOVE O CÉU? – Daniel 9.20-27

Posted by apregoando em janeiro 19, 2009

QUAL É A ORAÇÃO QUE MOVE O CÉU? – Daniel 9.20-27

1. No capítulo 9, Daniel fez uma grande descoberta ao examinar Jeremias 29:10-14. Ele descobriu que o cativeiro babilônico tinha a duração de 70 anos.

2. Também no capítulo 9, Daniel fez uma grande oração, onde adorou a Deus, fez confissão do seu pecado e dos pecados do povo e pediu a Deus a restauração da sua cidade.

3. Finalmente, no capítulo 9, Daniel recebeu uma grande revelação, acerca das setenta semanas que haveriam de vir sobre o seu povo.

4. Vamos examinar o texto de Daniel 9:20-17 e ver alguns aspectos importantes da oração que move o céu.

I. É UMA ORAÇÃO RESPONDIDA PRONTAMENTE PELO CÉU – v. 20-23

1. A resposta foi pronta e imediata – v. 20-21

• Daniel pediu urgência na resposta à sua oração (9:19). As orações da Bíblia são feitas com esse senso de urgência: “Senhor, desce depressa antes que o meu filho morra”.
• Somos informados que enquanto Daniel orava, a resposta chegou (Dn 9:20-21). Esta é a promessa de Deus: (Is 65:24).
• Muitas vezes Deus responde nossas orações imediatamente, enquanto oramos. Foi assim com o servo de Abraão, Eleazar (Gn 24:12,15).
• Gabriel informou a Daniel que logo que ele começou a orar, Deus já despachou o seu pedido.

2. A resposta foi através de um anjo – v. 21•

o anjo Gabriel é o mensageiro de Deus (Dn 8:16; 9:21; Lc 1:19,26).
* Gabriel é o anjo que assiste diante de Deus e é o mensageiro de Deus.
* Os anjos são espíritos ministradores em favor dos salvos (Hb 1:14).
* Eles confortaram a Jesus no deserto e no Getsêmani (Mt 4:11; Lc 23:43).
* Ezequias orou e um anjo derrotou os exércitos da Assíria.
* Cornélio orou e um anjo o orientou a enviar um mensageiro a Pedro.
* A igreja de Jerusalém orou e um anjo foi enviado à prisão para libertar Pedro (At 12).
* Eliseu orou para que Deus abrisse os olhos do seu moço a fim de pudesse a hoste de anjos que estavam acampados ao seu redor (2 Rs 6:17).

3. A resposta transcendeu o pedido – v. 20
• Daniel pediu pela cidade e Deus respondeu revelando sobre o próprio Messias que haveria de vir, trazendo gloriosos benefícios (Dn 9:24,25).
Deus dá mais do que pedimos. Ele pode fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos.
• Daniel orava apenas pela restauração da cidade de Jerusalém (Dn 9:20). Mas a resposta de Deus a ele tratou de coisas mais profundas: não apenas a restauração física da cidade, mas a salvação eterna do seu povo.

II. É UMA ORAÇÃO FEITA POR ALGUÉM AMADO NO CÉU – v. 23

1. Daniel era amado no céu, por isso, foi ouvido rapidamente – v. 23
• A resposta é dada de pronto porque Daniel é um homem muito amado (v. 23).

=> Sabemos que Deus responde suas orações por causa das suas muitas misericórdias e não por causa dos nossos méritos (9:18).
• Entretanto, a Bíblia diz que a oração do ímpio é abominação para Deus, mas a oração do justo o seu deleite. O altar está ligado ao trono. Se há iniquidade no coração, Deus não nos ouve (Sl 66:18).
• Daniel era amado no céu e na terra, por isso sua oração foi prontamente ouvida. Sua piedade moveu rapidamente o céu. A graça de Deus nos torna amados no céu.

2. Daniel era amado no céu, porque viveu piedosamente desde sua juventude – Dn 1:8


• Daniel resolveu firmemente não se contaminar desde jovem. Ele enfrentou os perigos e desafios da vida, mantendo-se íntegro ao seu Deus. Ele andou com Deus como jovem escravo e também como homem idoso. Na pobreza e na riqueza. Na humilhação e na promoção.

3. Daniel era amado no céu, porque tinha intimidade com Deus• Daniel era um homem de oração.

Ele orou sistematicamente. Orou nas horas de dificuldades. Orou quando estava ameaçado de morte. Orou confessando os pecados do seu povo e pedindo livramento para o seu povo. Ele tinha vida de intimidade com Deus.
• Aqueles que prevalecem na oração, são aqueles que têm intimidade com Deus.

CONCLUSÃO

1. Pela oração ligamos a terra ao céu e trazemos o céu à terra;

2. A estreita conexão entre o binômio oração/palavra e o discernimento dos propósitos de Deus na história.

FONTE: Rev. Hernandes Dias Lopes
http://www.hernandesdiaslopes.com.br

 

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O SILÊNCIO DE DEUS / (Isaías 42:10-17)

Posted by apregoando em janeiro 19, 2009

 

O SILÊNCIO DE DEUS / (Isaías 42:10-17)

· Todos nós enfrentamos situações de crise nessa vida. E quando passamos por dificuldades, por lutas, por momentos de desespero, como cristãos, o que mais poderia nos trazer alento e conforto seria o falar de Deus ao nosso coração.

· Quando Deus fala – seja através das Escrituras, da pregação ou de um comunicar à nossa consciência – é certo que nos enchemos de ânimo e de esperança, pois assim conseguimos encontrar algumas respostas para os nossos dilemas. Mas precisamos ser realistas: isto nem sempre acontece!

· Em determinadas fases da vida espiritual acabamos por nos deparar unicamente com o silêncio, o silêncio de Deus. Falo daquele tempo em que Deus se cala, em que Deus não nos dá respostas. Falo daquele tempo em que Deus não fala ao nosso coração. E isto nos deixa perplexos, desorientados, sem saber o que fazer.

· Contudo, de antemão posso adiantar que este é apenas uma das vias da espiritualidade, e é precisamente sobre ela que vamos tratar hoje.

i. O silêncio de Deus projeta a realidade da nossa fé

1) Segundo a Bíblia, a dinâmica do falar de Deus e do não falar é um acontecimento sempre presente na vida do povo de Deus.

2) O silêncio de Deus gera em nós o vazio, o sentimento de abandono.

3) Era este vazio e abandono que o povo de Israel experimentava no cativeiro na Babilônia. Foi para este povo que o profeta anunciaria a mensagem de Deus

4) Quando Deus se cala os homens tendem a tomar duas atitudes:
1) Decidir por não mais buscar a Deus; ou
2) Clamar a ele para que fale e não permaneça calado. Com respeito a esta segunda atitude, o salmo 28:1.

5) No silêncio de Deus, os crentes podem desenvolver intensa atividade espiritual.

6) Veremos que o silêncio de Deus tem o poder de trazer à tona o nosso interior. Assim saberemos quem somos, como estamos em Deus ou se estamos em Deus.

7) Nestas circunstâncias trava-se uma batalha pelas respostas de Deus. E nisto, há um grande crescimento no conhecimento de Deus.

8) Nestas situações deixa-se de lado a passividade e o conformismo.

9) Em seu silêncio Deus quer que falemos, que tomemos iniciativas de fé.

10) No silêncio de Deus saberemos da profundidade e da força dos nossos alicerces espirituais.

11) No silêncio de Deus saberemos da realidade da nossa fé, ou seja, se ela esta em atividade ou não.

ii. O silêncio de Deus sempre É SEGUIDO pelo falar de Deus

1) Deus sabe até quando suportamos ficar sem o seu falar ao nosso coração.

2) Após a crise e o silêncio – isto é, quando o homem cai por terra sem recursos – a Bíblia sempre nos mostra de que o Deus misericordioso falará conosco.

3) No texto de Isaías, Deus agora passa a gritar, a berrar como uma mulher em dores de parto (v.14).

4) Deus não se conteve para estabelecer comunicação com seu povo. Essa questão era urgente para ele.

5) Nada impedirá Deus de se comunicar com seus filhos. É como se Deus estivesse dizendo: “Não suporto mais ficar em silêncio, vou falar aos meus, vou gritar e mostrar que estou aqui!”

6) As nossas vidas constituem uma questão urgente para Deus.

7) A fala de Deus ao nosso coração é carregada de esperança, de ânimo, de conforto, de direção.

8) Por isso lemos em Is.43:1.
9) Assim entendemos que Deus fala por meio da palavra pregada, fala à nossa consciência, fala por meio da leitura bíblica trazendo alento aos corações cansados.

10) Os períodos de silêncio, reafirmando, nos prepararão para o momento sublime do falar de Deus. E este falar de Deus é a única palavra do mundo capaz de nos levantar dos nossos fracassos e nos fazer vencer.

iii. O silêncio de Deus nos prepara para a ação libertadora de Deus

1) Somente palavras não serão suficientes para saciar um coração sedento de respostas.

2) Os filhos e filhas de Deus agradam-se do ouvir, mas se satisfazem ainda mais quando contemplam mudanças ou libertação.

3) Este ponto se torna claro com o episódio do Êxodo: Deus fala a Moisés, mas em seguida liberta o povo do cativeiro egípcio. Neste capítulo de Isaías um novo Êxodo está por acontecer: O povo cativo voltará para a cidade de Jerusalém.

4) O falar esperançoso de Deus, portanto, antecedeu a libertação integral.

5) Com isso podemos ter a certeza que Deus nos conforta e nos enche de esperança por via de sua palavra, mas que igualmente atenderá nossas necessidades físicas, emocionais e espirituais.

6) Tratam-se de ações concretas da parte de Deus que se realizam entre aqueles que crêem.

7) Falo de respostas que lhe serão dadas após o período de silêncio. Tomo como exemplo aquele que permaneceu um bom tempo sem emprego (silêncio de Deus). Quando Deus lhe abre as portas e lhe dá o emprego entendemos que aí está presente uma ação libertadora.

8) O silêncio de Deus, portanto, é um prenúncio do recomeço para o povo de Deus.

9) O silêncio de Deus educa o nosso interior para que possamos desfrutar plenamente a grande ação libertadora da parte de Deus.

CONCLUSÃO:

Por fim podemos dizer que em seu silêncio, Deus está tão presente como se estivesse falando. O silêncio divino não toma a forma de total falta de atividade ou desinteresse por seus filhos. Há um propósito para todas as coisas debaixo do céu, inclusive no calar de Deus. Se experimentamos a ausência de palavras, é certo que simultaneamente poderemos experimentar a presença constante do amor. Afinal, mesmo calado, Deus continua sendo aquele que ama.

AUTOR: Pr. Adilton Foyzer & Silva

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Volte ao Primeiro Amor – Ap 2:1-7

Posted by apregoando em janeiro 19, 2009

 

Volte ao Primeiro Amor – Ap 2:1-7

* A grande luta do Cristão deve ser para manter-se firme no Senhor, mantendo sempre acesa a chama do primeiro amor por Cristo e sua igreja até o último instante de sua vida aqui na terra.

* O amor sem o qual os vários dons do Espírito Santo não atingem sua finalidade. O amor, a essência da natureza divina. O amor, a perfeição do caráter humano. O amor, a maior força do universo.


1. O Que é o Primeiro Amor? (I Cor. 13:1-8).

a) Amor profundo por Jesus, a Bíblia e a igreja.
b) Desejo profundo de andar em intimidade com Deus.
c) Desejo ardente de cultuar ao senhor.
d) Amor e comunhão sincera com os irmãos.
e) Dedicação sincera a Cristo e à sua obra, prazer em servir, consagração total.

2. O que nos Leva a Deixar o Primeiro Amor?

a) Amor ao mundo. (Rm. 12:1-2; Tg. 4:4; I João 2:15)
b) A secularização do Cristianismo.
c) Olhar para os problemas alheios … murmuração.
d) Religião de capa, egoísmo, falta de domínio do Espírito Santo na vida do crente.

3. Como Identificar que Deixamos o Primeiro Amor?

a) Abandono à oração.
b) Falta de prazer na leitura da Bíblia. (Sl. 1:1-3)
c) Substituição do culto ao Senhor por outras coisas como: Festas; aniversários, jogos, shows, passeios etc…
d) Indiferença para com Deus e para com a igreja.
e) Insensibilidade para com as mensagens…
f) Prazer nas coisas mundanas…
g) Infidelidade e indiferença na entrega dos dízimos e ofertas ao Senhor.

4. Exemplo de Pessoas da Bíblia que Deixaram o Primeiro Amor.

a) Os Israelitas na caminhada do Egito para a terra prometida (Canaã) – Murmuração.
b) Sansão: Pecado de desobediência e prostituição.
c) Saul: Pecado de desobediência e rebeldia…
d) Salomão: mundanismo , Mulheres, carnalidade…
e) Os 70 Discípulos de Jesus: (João 6:60,66)

5. Quais as Conseqüências de se Deixar o Primeiro Amor?

a) Nada nos aproveitará se deixarmos o primeiro amor. (I Cor. 13:1-3)
b) O sal perde o sabor. (Mat. 5:13)
c) Esfriamento da fé, afastamento da igreja…
d) Deixar de ser igreja do Senhor Jesus. (Ap. v.5)
Ex.: A igreja do Oriente Médio; Europa – deixaram de ser igrejas de Jesus.
e) Ser vomitado da boca de Jesus. (Ap. 3:16)
f) Separação eterna de Deus. (Inferno).

6. Como Voltar ao Primeiro Amor?

a) Arrependimento (v.5). “Lembra-te de onde caíste! Arrepende-te.”
b) Confissão. (Prov. 28:13-14; Tiago 5:16)
c) Perdão. (I João 1:9)
d) Restituição. “Pratica as primeiras obras” (v. 5)
Ex.: O Filho pródigo. (Lucas 15:11-24)

7. Como Manter Acesa a Chama do Primeiro Amor?

a) Ser cheio do Espírito Santo sempre. (Ef. 5:18)
b) Orar sempre; vigiar sempre; consagração total.
c) Meditar na palavra de dia e de noite. (Js. 1:8; Sl.1:1-3)
d) Ser perseverante até o fim. (mat. 24:13)
e) Manter a comunhão com os irmãos sempre. (Atos 2:44)
f) Estar ligado à igreja em todo tempo. (Hebreus 10:25)
g) Ser fiel e sincero até a morte. (Ap: 2:10b)
h) Olhar sempre para Jesus… (Heb. 12:2)

Conhecer a doutrina correta, obedecer alguns mandamentos, vir os cultos não bastam. É preciso acima de tudo amor sincero a Jesus Cristo e sua Palavra. (II Cor. 11:3; Deut. 10:12).
Devoção sincera e honesta, pureza de vida, santidade, amor à verdade, consagração total ao Senhor. (Jo 21:15).
Volte agora mesmo ao primeiro amor por Cristo Jesus e sua Igreja.

FONTE: http://www.pibmarilia.org.br

 

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O QUE FAZER QDO DEUS NÃO QUER FALAR? 1 Sm 28

Posted by apregoando em janeiro 19, 2009

 



· Deus já demorou a te responder num momento de grande dificuldade?
· Você já ficou bastante tempo esperando uma resposta de Deus?
· Eu também… Realmente não é fácil.
· A Bíblia também fala de algumas pessoas que não souberam entender a demora da resposta de Deus como Sara e Saul, mas também nos fala de pessoas que souberam esperar como Noé, Jó, Noemi, etc…
·
· O primeiro Rei de Israel, seu nome Saul, "SOLICITADO" passou por um momento assim e não se saiu muito bem. Convido você a aprender com o erro de Saul. Vamos ver o que Deus quer nos falar nesta manhã.

APRENDENDO COM O ERRO DE SAUL….
1. TODA CONSULTA AOS MORTOS, EMBORA SEJA UMA PRÁTICA ANTIGA É CONDENADA EXPLICITAMENTE NA BÍBLIA. I Sm 28.7

· Ele tanto sabia que era errado que no verso 8, veja como ele foi se encontrar com a tal necromante… “Saul então se disfarçou, vestindo outras roupas, e foi à noite, com dois homens, até a casa da mulher.”
·
· No Egito antigo, de onde vieram os judeus, era muito comum.. Ao tempo de Isaías, o costume permanecia. Is 19.3-4.
·
· O povo de Israel foi instruído por um Moisés, preocupado com a imitação da prática das nações vizinhas: Lv 19.31; 20.6

2. RETROCEDA DO PECADO, SEJA EM QUE ESTÁGIO ESTIVER: I Sm 28.9

· Era a hora para ele parar, se dar conta do erro e retroceder. A mulher deu até uma oportunidade para isto. Saul teve a oportunidade de retroceder (quando a mulher tentou se esquivar), mas ele preferiu seguir no seu intento.
·
· Quantas vezes também, na hora do pecado, temos oportunidade de parar, mas não paramos.
·
· Tão firme estava no seu desejo de pecar que Saul chegou a jurar (algo sagrado àquela época) pelo Senhor para levar a mulher a cometer o pecado da necromancia. v. 10.
·
· II Co 4.4
·
· Quando Deus fez silêncio, Saul não teve a humildade de perguntar por quê?
·
· Ele decidiu buscar apoio nas portas do inferno.

3. NUNCA BRINQUE COM O NOME DE DEUS: I Sm 28.10

· Nunca brinque com Deus, nunca brinque de ser crente, isto é coisa muito séria!
·
· Tão firme estava no seu desejo de pecar que Saul chegou a jurar (algo sagrado àquela época) pelo Senhor para levar a mulher a cometer o pecado da necromancia v. 10.
·
· Siga firme com Deus. Não precisamos ter medo da força das trevas. II Tm 4.18
·
· Se nós estamos nas mãos de Deus, não precisamos temer a feitiçaria. Não faz sentido ter medo de "trabalhos" feitos contra pessoas ou instituições.
· Esses trabalhos não podem tocar nos ungidos (seus filhos) de Deus.

4. JAMAIS BUSQUE SOLUÇÕES FORA DE DEUS: I Sm 28.5

* Uma pessoa com medo faz até o que não quer.

– ENTRA EM CONTRADIÇÃO:
Revogou um decreto dele mesmo: desterrado tais “profissionais” no reino: v. 3.

– SE EXPÕE AO RIDÍCULO:
Como vestir disfarces: v. 8. Talvez, neste caso, o uniforme do soldado. – SE DESCONTROLA:
Decorrente do silêncio de Deus: v. 6. Saul o experimentou por sua única culpa.

· Nós também podemos apelar para saídas/soluções fora de nossas convicções, como Saul o fez (v. 7), já que ele tinha desterrado esses profissionais para uma cidade ao norte do reino (En-Dor).
·
· A propósito, há sempre pessoas dispostas a ajudar os outros a cair no buraco:
·
· E pior, estas pessoas podem estar bem próximas a nós. Como no caso de Saul, era um dos seus homens mais chegados.
·
· v. 7 – “Existe uma!” Exclamou rapidamente um dos braços direitos de Saul!
·
· Como ele sabia que ainda existiam pessoas assim no Reino? Certamente porque era cliente dela.
·
· Há sempre gente disposta a te levar a uma profetisa, como se Deus a ela desse o seu conselho (por que não diretamente a você?).
·
· Há sempre gente disposta a te levar a um outro culto onde Deus (por causa das emoções que a liturgia provoca) parece falar mais de perto.
·
· Há sempre gente disposta a te levar a uma igreja onde haja bênção (especialmente se for material) ou a comunicação do medo (para nós que já fomos libertos de todo terror).Cuidado!!!!
·
· Está com problemas financeiros? A Senna acumulou pastor! Vamos fazer um bolão na igreja? Com 5 milhões de dízimo construímos a nova igreja!!! Cuidado com as vozes, cuidado com as profetadas!!

5. OUÇA A VOZ DE DEUS ENQUANTO HÁ TEMPO: I Sm 28.18

· Saul deixou de ouvir a Samuel no tempo próprio, tendo sido pago um alto preço por isto. Agora, queria escutar seus conselhos, estando ele morto.
·
· Existe uma história muito similar no NT, contada por Jesus: Lc 16.27-31
·
· Hoje os meios são: a igreja, por suas vozes (pregador, professor, conselheiro).

· Deus pode usar pessoas e situações estranhas para nos advertir. Ele usou uma jumenta, no caso de Balaão, por exemplo (Nm 22.28). Normalmente, ele usa outras pessoas.
·
· Ouça o que Deus está te falando hoje: Is 55.6

Conclusão:

· Sei que esperar no momento difícil, não nos parece uma boa alternativa, eu sei bem o quanto isto é difícil.
· Mas tenha certeza, esta é a Palavra de Deus para nós, este é o melhor caminho. Vamos ouvir e aplicar esta Palavra em nosso coração. Deus vai honrar nossa decisão de ouvir e esperar Nele.
·
· Assim diz a Palavra do Senhor através de Jeremias: Lm 3.24-25
·
· SE DEUS ESTÁ DEMORANDO PARA VOCÊ HOJE…. ESPERE E CONFIE!

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O DEUS DOS MONTES, É TAMBÉM O DEUS DOS VALES – II CRÔNICAS 20:1-18

Posted by apregoando em janeiro 19, 2009


· A Palestina é um lugar de montes e vales.
·
· Monte simboliza lugar de refrigério, brisa, descanso, de segurança, vitória e confortável para oração.
·
· Monte é um lugar que temos plena visão de tudo o que acontece ao nosso redor. Temos uma visão mais clara sobre os inimigos.
·
· Davi dizia: "O Senhor é a minha rocha…" , quando ele subia nas rochas, conseguia se sentir seguro perante os seus inimigos e tinha o controle de todos os movimentos lá em baixo.
· Monte é um lugar que temos uma visão plena dos acontecimentos e dos inimigos.
·
· Vale é um lugar de nenhuma visão, é um lugar de desconforto, de sofrimento, de angústias e de problemas.
·
· Vale é um lugar onde nos sentimos fracos e impotentes, onde não bate nenhuma brisa, onde facilmente nos desanimamos.
·
· Vale é um lugar de árduas batalhas da nossa vida.
·
· Vale é um lugar onde somos atacados constantemente pelos inimigos, somos atacados de todas as maneiras e de todos os lados. É onde muitas vezes nos sentimos encurralados.
– Quando não é problema financeiro, é enfermidade;
– quando não é enfermidade, é problema de relacionamentos;
– quando não é de relacionamentos, é problema em nosso próprio coração;
– quando não é em nosso coração, é problema com algum ente querido.

– Todos os momentos somos encurralados e nos sentimos, às vezes, até desamparados, parece que Deus não está agindo, não está fazendo nada por nós.
– Vale é um lugar de sofrimento.

Mas o Senhor te manda dizer nesta noite:
1. VALE É UM LUGAR ONDE AS VEZES DEUS NOS LEVA PARA TRANSFORMAR A NOSSA VIDA (II Cro. 20:16-17)

– É um lugar onde somos provados e moldados por Deus. Vale não é o fim, e sim, o começo.
– Depois destes dias de vales, o povo nunca mais seria o mesmo.
– A batalha não é nossa, e sim, do Senhor, mas precisamos ser cooperadores dEle.
– Vale é um lugar em que Deus nos mostra que a nossa própria força não vale nada. (…Eu pelejarei por vós…)

Mas o Senhor te manda dizer nesta noite:
II – VALE É UM LUGAR ONDE CONQUISTAMOS AS MAIS BELAS VITÓRIAS DA NOSSA VIDA. (II Cro. 20:21-24)

Vale é o palco das maiores conquistas do povo de Deus.
– Mesmo não tendo nenhuma visão real dos acontecimentos, mesmo não compreendendo nada do que está acontecendo ao nosso redor.
– Mesmo sofrendo até angústias, solidão e se sentindo impotente, a vitória é certa em Nome de Jesus, é só uma questão de tempo para contemplarmos isto.

– Vale é um lugar onde contemplamos a vitória do nosso Deus.

– Vale é um lugar em que precisamos agir pela fé.

– Vale é um lugar onde devemos expressar a Deus o mais belo gesto de gratidão, o louvor – (II Cro. 20:18, 26)

Mas o Senhor te manda dizer nesta noite:
III. VALE É UM LUGAR EM QUE DEUS NOS PROVA QUE ELE É O DEUS DOS VALES TAMBÉM, E NÃO SOMENTE DOS MONTES. (I Reis 20:21-28)

– Eu vou mostrar pra você que: "Eu sou Deus e não há outro além de mim"(Isaías. 45:6)
– Vou mostrar pra você que Eu sou um Deus que opera maravilhas, o Deus que cuida de seus filhos.
– Eu vou mostrar pra você que "Agindo Eu, quem impedirá?…" (Isaías 43:13)
– Vale é um lugar em que Deus te diz: "Não temas, nem te espantes, Eu sou contigo pôr onde quer que andares…"(Josué 1:9)
– Assim diz o Senhor: "Ninguém te poderá resistir todos os dias da tua vida…"(Josué 1:5)
– Vale é um lugar em que o Senhor te diz:"…não te deixarei, nem te desampararei…"(Hb. 13:5)
– Neste vale em que você está o Senhor te diz: "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus…"(Sl. 46:10)

Conclusão:

*É isto que Deus espera de cada um de nós.
*Não é hora de ficarmos parados… com medo…com angústia no coração… *A Palavra de Deus nos garante a vitória.
É por isto que a nossa vida tem que mudar.
* Tem que ser diferente da vida que as pessoas do mundo tem.
* O seu mundo tem que melhorar…
* O seu coração tem de acreditar…
* Você foi chamado por Deus para reinar…
* Você é um campeão com Deus…
* Não permita que a angústia, a inquietação, o medo, a mágoa de alguém… Tome conta de sua vida… Expulse isto de sua vida em Nome de Jesus…

AUTOR: Pr. Maucir Lehn

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PORQUE PEDRO CAIU?

Posted by apregoando em janeiro 19, 2009

PORQUE PEDRO CAIU? (Mt 26.69-74; At 2.14,41)

· A vida de Pedro sempre me chamou a atenção.
· Na realidade, vejo que a nossa trajetória espiritual é muito parecida com a deste rude e falante pescador judeu.
· Fica claro que o Pedro que é apresentado pela Bíblia foi uma pessoa que caiu e que levantou.
· E é sobre isso que vamos refletir hoje.

Pedro caiu porque…
I. SUA EXPERIÊNCIA COM DEUS NÃO ERA SUFICIENTEMENTE PROFUNDA

– A base religiosa de Pedro era o judaísmo.
– Sua experiência com Deus resumia-se em: faça isto ou deixe de fazer aquilo.
– Sua relação com Deus não era uma relação de coração, mas baseada em leis e em prescrições.
– Pedro nega a Jesus (cai) porque ainda não tinha desfrutado de uma experiência espiritual que revolucionasse o seu interior.

– Não raramente caímos em nossa peregrinação espiritual porque vivemos uma vida cristã pouco profunda.

Pedro caiu porque…
II. CONFIAVA MAIS EM SUA SUFICIÊNCIA DO QUE NA SUFICIÊNCIA DE DEUS

– Pedro demonstrava grande impetuosidade no discipulado com Jesus.
– Mas em determinadas situações, os evangelhos nos revelam um Pedro que confiava mais em seu braço forte do que no poder de Deus.
– Assim Pedro decepa a orelha do servo do centurião (Jo 18.10). Ele achou que poderia reverter o trágico destino do seu mestre.

– Ele achou – como nós muitas vezes fazemos – que poderia ser Deus, ou pelo menos, dar uma forcinha para Deus.

– Enquanto tentarmos acertar a nossa vida confiando unicamente em nossa força e potencial, é certo que fracassaremos.

Pedro caiu porque…
III. MESMO CONVIVENDO COM JESUS, SUA TRANSFORMAÇÃO FOI PARCIAL E NÃO TOTAL.

– Durante 3 anos Pedro desfrutou da relação íntima com Jesus. Ele comeu, passeou e conversou muito com Jesus. Ele até expulsou demônios! (Mc 6.7).

– Mas esse tempo ainda não provocou grandes mudanças em Pedro.

– Quantos de nós contamos com uma base cristã, uma educação cristã e ainda assim não notamos grandes mudanças no nosso coração?

– Parece que o cristianismo de hoje, altera algumas parcelas do nosso ser, mas não a totalidade.

Por que Pedro caiu? Caiu porque:
– SUA EXPERIÊNCIA COM DEUS NÃO ERA SUFICIENTEMENTE PROFUNDA
– CONFIAVA MAIS EM SUA SUFICIÊNCIA DO QUE NA SUFICIÊNCIA DE DEUS
– MESMO CONVIVENDO COM JESUS, SUA TRANSFORMAÇÃO FOI PARCIAL E NÃO TOTAL.

Apesar de tudo isso, Pedro levantou. Ele levantou porque…

I. TRILHOU O CAMINHO DO ARREPENDIMENTO

– Pedro e Judas fracassaram no discipulado. Ambos traíram a causa de Jesus de Nazaré.

– Judas demonstrou remorso pelo que fez. O remorso não foi suficiente, ele se matou…

– Pedro arrependeu-se e o arrependimento foi a oportunidade para um recomeço.

– O arrependimento segundo Deus nos enche de esperança, vida e de forças para continuar lutando (2 Co 7.10); o remorso produz frustração, derrotismo e morte.

– O Pedro que está em pé é um Pedro arrependido.

– Sem o arrependimento é impossível desfrutar da vida abundante que o Senhor deseja para nós.

II. RENDEU-SE COMPLETAMENTE A DEUS E AO SEU CHAMADO

– Falo do período onde Jesus, após ressuscitar, aparece a Pedro (Jo 21.15-19)

– Nessa etapa Pedro reconhece que não existem outros caminhos, que não existe outra alternativa para se encontrar o sentido da vida.

– Sua vida fora criada por Deus e agora deveria ser dedicada a ele e ao ministério que lhe foi dado.

– Consigo ver Pedro dizendo: “Chega de fugir das expectativas de Deus para mim!”

– Se quero me levantar de seguidos fracassos, preciso me render total e incondicionalmente ao Senhor e seu chamamento.

III. EXPERIMENTOU DO PODER E DA RENOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

– Para cumprir o seu chamado Pedro precisava de algo mais, precisava de uma força de um poder que ainda não dispunha.

– No dia de Pentecostes, da descida do Espírito Santo, isso aconteceu.

– O Espírito lhe capacitou a fazer coisas que jamais fez antes. Assim Pedro viu desde grandes massas se convertendo a curas e milagres acontecendo em seu ministério.

– Mais do que isso, O Espírito lhe renovava após os grandes desafios e dificuldades. Desse modo a igreja cresceu, cresceu e cresceu…

– O poder e a renovação do Espírito Santo podem ser reais para você e para mim.

– Quando experimentamos seguidos fracassos, seguidas quedas, o poder e a renovação do Espírito constitui o elemento chave para que possamos nos levantar e desfrutar do melhor de Deus para as nossas vidas.

Conclusão:

Os passos para que possamos levantar estão diante de nós:
1. TRILHE O CAMINHO DO ARREPENDIMENTO;
2. RENDA-SE COMPLETAMENTE A DEUS E AO SEU CHAMADO e
3. EXPERIMENTE DO PODER E DA RENOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO.

Contando com a graça de Deus e esforço próprio você poderá ter o mesmo êxito de Pedro. Se ele conseguiu levantar e dar a volta por cima, certamente você também conseguirá!

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O AVIVAMENTO QUE BUSCAMOS

Posted by apregoando em janeiro 19, 2009

O AVIVAMENTO QUE BUSCAMOS – Hc 3.2;


· No dicionário Aurélio, avivamento é definido como o ato ou efeito de avivar – tornar mais vivo, mais nítido, cobrar ânimo, ficar intenso.
·
· O apóstolo Paulo registrou o segredo de uma vida cheia do Espírito e avivada: Gl 2.20
·
· A oração do profeta Habacuque é um clamor pelo avivamento.

Quais são as indicações que precisamos de um avivamento?

1. FRIEZA NA DEVOÇÃO! “Mas você sufoca a piedade e diminui a devoção a Deus.” – Jó 15.4

· O dicionário Aurélio define devoção como: “O ato de dedicar-se ou consagrar-se a alguém…, manifestação do sentimento religioso; Culto, prática religiosa”
·
· Os nossos dias são marcados pela devoção a nós mesmos. Nós nos dedicamos mais àquilo que está relacionado conosco do que com Deus.
·
· Temos tempo para trabalhar, passear, visitar os parentes, ver televisão, ficar com os amigos, e quase nunca dispomos de tempo para estar com Deus e investir nas coisas relacionadas a Ele.
·
· A leitura da Bíblia se tornou esporádica. Em muitos casos, só a fazemos quando queremos um "versículo da sorte", uma palavra orientadora nos momentos difíceis, onde ela surge como uma espécie de amuleto.
·
· Precisamos de um avivamento pessoal, ao percebermos que é pequeno o nosso interesse pelo estudo sistemático da Bíblia. Falta de devoção indica morte espiritual.
· Falta amor, paixão pelas coisas de Deus.

2. ESCASSEZ DE ORAÇÃO: Disse Samuel: “E longe de mim esteja pecar contra o SENHOR, deixando de orar por vocês.” – I Sm 12.23.

· Eu não estou falando de oração somente na igreja. Eu me refiro a oração como Jesus mesmo indicou em Mt 6.6
·
· Por que será que gostamos mais da oração dos ajuntamentos do que da oração solitária?
·
· Será que isso está ligado à necessidade de sermos vistos pelos homens em nossa devoção? Mt 23.5
·
· Mas a oração que vale, é um relacionamento vertical: é o homem falando em secreto com Deus, e Deus, em resposta a este relacionamento secreto, agindo publicamente.
·
· O que se afirma, não é que só devemos orar em um quarto, e que não podemos orar em público – o próprio Jesus o fez (Jo 11.41).
·
· Uma sintonia preciosa na oração! Precisamos de um avivamento pessoal, quando minimizamos o poder da oração secreta.

3. FALTA DE ZELO PESSOAL E MINISTERIAL: Jesus respondeu: "Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus". Lc 9.62

· Zelo é definido como: “afeição ou dedicação, cuidado, desvelo ardente por alguém ou por algo; vivo ardor a serviço de Deus….”

· Sentimos a falta de zelo, quando relaxamos com as "pequenas coisas" da fé.
·
· Nossos atrasos nos cultos; falta sem justificativa, nosso desmazelo com nossa vida devocional; nosso comportamento no ajuntamento santo – culto de adoração; a maneira que fazemos nosso ministério; "pequenas" mentiras e aberturas em nossa vida para impurezas sexuais.
·
· A falta de zelo nos leva a uma postura de relaxo com Deus. Jr 48.10
·
· A propósito, como está o seu ardor por Deus?
· Qual nota você dá para sua paixão pela obra de Deus?

4. COMPORTAMENTO REBELDE. “Mas os rebeldes vivem em terra árida.”- Sl 68.6

· Precisamos de um avivamento pessoal, quando notamos que o nosso coração indica um comportamento rebelde.
·
· Rebeldia! Penso que não há outra palavra que se encaixe melhor para definir nossos dias.
·
· Igrejas cheia de rebeldes que nunca se submetem!
·
· Famílias formadas por rebeldes.
·
· Maridos que exigem submissão, mas que nunca se submetem a Deus e a ninguém. Empregados rebeldes – patrões rebeldes.
·
· Obreiros Rebeldes. Basta um descontentamento e a rebeldia é manifesta na abertura de uma nova igreja – uma nova denominação.
·
· Musica na igreja feita por um amontoado de rebeldes. Músicos e cantores que nunca se submetem!
·
· Não seria isto um sinal da necessidade de avivamento?
A Bíblia diz: I Samuel 15.23.

5. FALTA DE HONESTIDADE: “E a minha honestidade dará testemunho de mim no futuro.” – Gn 30.33

· Precisamos de um avivamento pessoal, ao constatarmos desonestidade em nossa forma de viver.
·
· Desonestidade no trabalho. Empregados que são desonestos com seu tempo no serviço. Mentiras com doenças que não existem, e tempo gasto em coisas que não são necessárias. Mentiras em suas vendas etc…
·
· Patrões que enriquecem a custo de dinheiro desonesto e que ainda forçam seus empregados a toda prática mentirosa.

6. MAU USO DA BOCA. “Pois, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade.” – I Pe 3.10.

Precisamos de um avivamento pessoal, quando usamos mal nossa boca.

* 3 coisas fazem com que a boca entristeça a Deus:

· Piadas maledicentes,
· Fofocas
· Murmurações,

Conclusão:

· Precisamos um avivamento pessoal, ao verificarmos que em nossa vida há mundanismo.
·
Envolvimento com jogos, bebedeiras, danças, boate, namoro escandaloso, pessoas que vivem juntas sem serem casadas, jogos de azar, luxuria, falta de critérios no modo de vestir (marcado pela sensualidade e erotismo) etc…
Orem comigo para que Deus faça um avivamento, a começar por mim e por você que estamos aqui nesta bela manhã dominical. Que este fogo se incendeie por toda nossa igreja e cidade.

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